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Camelô
 
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Flávio
 

Flávio mora junto com a sua esposa Luciana e seus quatro filhos Ariana, Helena, João e Benhun em um bairro pobre do município de Belford Roxo, cidade na periferia no norte do Rio de Janeiro, região chamada Baixada Fluminense.

Até se casar com 16 anos de idade, ele ia para a escola. Como ele teve que sustentar a sua jovem família ele tinha que largar escola. No início ele trabalhava com carteira de trabalho assinada, entre outros, como auxiliar de servicios gerais. Mas os salários formais não eram suficiente, por esta razão ele começou com 17 anos ganhar seu dinheiro como vendedor ambulante.

Seu local de trabalho principal é um cruzamento com transição forte no norte do Rio de Janeiro. Quando o semáforo fecha ele vai de carro para carro e oferece aos passageiros a sua mercadoria. Estas são no verão, quando faz muito calor, frutas os quais ele compra no mercado central de alimentos (CEASA) no bairro de Irajá. No inverno, quando o tempo está mais frio, Flávio vende chocolate.

Dia das mães ou como durante as filmagens na época de natal ele vende mercadoria em acordo com os eventos, por exemplo rosas ou como no documentário relógios de parede. Para melhorar sua renda ele passa nestes épocas especiais adicionalmente de noite de bar a bar, principalmente em áreas pobres, e oferece a sua mercadoria aos clientes. Também eventos como shows gratuitos ele aproveita para uma extra-renda vendendo pequenas acessórios com colares pisca-pisca.

Para mais sobre domicílio, locais de abastecimento ou pontos de venda veja >>> mapa interativo.

Nenhum dos protagonistas do documentário aceitou a pequena recompensação para as perdas de renda causada pelas filmagens, que eu tinha condições de pagar, assim também não o Flávio. Mesmo assim eu gostaria dar uma compensação para a sua coragem e o seu engajamento social em acordo com os meios um designer de comunicação tem.

Possível seria um patrocínio para a formação escolar de Ariana, Helena João e Benhun. Se houvesse pessoas que poderiam financiá-lo, eu cuidaria do assunto e além disso construraria um portal de internet para que os patrocinadores e as crianças podem se comunicar. Desta maneira, as crianças poderiam escrever pequenas redações que junto a fotos colocados na página de internet poderia relatar sobre o dia-a-dia deles. Lá, os patrocinadores seriam apresentados também para dar apreciação especial. Mas eu ficaria também feliz sobre qualquer outra ideia, sugestão ou apoio para o Flávio.

Benjamin Hemer
benjamin@camelo-film.org

 
 

Os filhos do Flávio: Ariana, Helena, João e Benhun